sábado, 6 de agosto de 2011

Ocorrências Policiais de Vitória/ES.

Um homem apontado pela polícia como um dos chefes do tráfico de drogas do bairro Forte São João, em Vitória, foi preso na manhã desta sexta-feira (05) em uma casa alugada na Ponta da Fruta, em Vila Velha. A irmã dele também foi detida suspeita de gerenciar a venda de entorpecentes.
 


Wellington William dos Santos, conhecido como "Wellington Cicatriz", estava em um dos quartos da residência quando os policiais chegaram ao local. Ele tentou reagir à prisão. "Quando nós chegamos à residência, ele correu para dentro de um dos cômodos com a arma na mão.

Nesse momento foi necessário arrombar a porta. Quando ele viu que não tinha mais para onde ir, jogou a arma em cima da cama e deitou entre a esposa e a filha que estavam dormindo no momento", contou o soldado Wagner Guimarães. 


 

Em poder de Wellington Cicatriz, os policiais apreenderam dois quilos de maconha, 105 buchas da mesma droga, meio quilo de crack, 100gr de cocaína, R$ 2 mil em dinheiro, R$ 740 em moedas, uma pistola 9 mm de uso restrito e munição.

De acordo com a polícia, ele usava a irmã para gerenciar o tráfico de drogas. "Nas anotações que constavam  na residência dele tem o nome da irmã dele informando a quantidade de droga que ele mandava para ela distribuir no morro. Por esse fato ela também está detida e vai ser encaminhada à Deten", disse o policial.


Patrícia Santos foi presa no Forte São João. "Eu não gerencio nada, nada", alegou a suspeita. O irmão dela também se defendeu. "Que chefe? Quem tem chefe é índio. Não sou chefe de ninguém não e não tenho nada a declarar", afirmou o Wellington Cicatriz.


O acusado é conhecido da polícia pela característica nômade. Ele não passa mais de três meses morando no mesmo endereço, alugando imóveis com uma identidade funcional falsa de despachante aduaneiro. "Ele mesmo admitiu que usava uma identidade falsa de despachante aduaneiro para facilitar o aluguel de residências.


Ele alugava, ficava três meses e depois se evadia para outro lugar sem informar a ninguém, só os familiares e pessoas próximas sabiam onde ele estava", afirmou o soldado Wagner Guimarães.



 


Jovem de 17 anos é morto com cinco tiros em bairro de Vila Velha.


Um jovem de 17 anos de idade foi assassinado a tiros, na noite desta quinta-feira (04), no bairro Ulisses Guimarães, Vila Velha. Jonatan Nascimento foi atingido por cinco disparos e morreu ainda no local do crime.

Segundo os policiais, a vítima tinha passagem na Justiça por roubo. Além disso, os PMs disseram que ninguém havia falado sobre a motivação do homicídio.


Viaturas da PM deixam de circular para ficar em presídios durante greve de agentes no ES.

 

Seis das dez viaturas da Polícia Militar responsáveis pelo policiamento ostensivo em Cariacia e Viana estavam estacionadas na porta de cada um dos seis presídios do Complexo Penitenciário de Viana na manhã desta sexta-feira (05).


A denúncia foi feita por um policial que atua no 7º Batalhão da Polícia Militar em Cariacica e não quis ser identificado por temer represálias. Segundo eles, o esquema foi adotado desde o início da greve dos agentes penitenciários, na madrugada de quinta-feira (04).


"Essa greve vem prejudicando e muito a sociedade tendo em vista que, desde o início da greve, existem seis viaturas dentro do complexo prisional de Viana paradas, cada uma na porta de cada um dos presídios, deixando de circular. Elas poderiam estar fazendo preventivos evitando posíveis delitos nas comunidades em que as rondas são feitas por ela", afirmou o policial.


Com a redução da presença da Polícia Militar nas ruas o que aumenta entre a população é o medo da insegurança. "É mais arriscado.


Agora pouco mesmo eu recebi uma ligação e fiquei sabendo que teve um assalto em Jardim Marilândia", disse a babá Sirlei de Oliveira.


Além de moradores, comerciantes também estão com medo. "No comércio, se abre 7h da manhã, você tem medo quando passa uma moto, um carro ou uma pessoa suspeita porque o policiamento realmente está escasso", afirmou o comerciante José Augusto.


Para o policial, a presença das viaturas nas ruas é mais útil que nos presídios. "A gente vê essa orientação sem muita finalidade tendo em vista que a intervenção de dois policiais em um presídio não vai fazer diferença alguma.


Com a nossa presença nas ruas, mesmo que seja só preventiva, o meliante provavelmente não vai querer tentar efetuar algum delito", comentou o policial que não quis ser identificado.


O secretário de Estado da Justiça, Ângelo Roncalli, disse que, durante a greve dos agentes penitenciários, as polícias Civil e Militar estão dando apoio à Secretaria de Justiça para manter normalizado o funcionamento das unidades prisionais do Estado.



fonte:Folha de Vitória

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