domingo, 12 de fevereiro de 2012

Policiais de folga estouram casa com cultivo de maconha hidropônica no bairro Jóckey II em Campos.


Fotos: PM Divulgação
A ação teve início no dia 09/02, quando policiais do setor Charlie, prendeu um elemento de nome Guilherme da Silva Ribeiro de 27 anos, no Parque Corrientes em Campos.
Com ele foi encontrado uma pequena quantidade de maconha. O mesmo foi conduzido para 134ª Dp/Centro, e na delegacia, o Guilherme disse que morava com o pai no Flamboyant.
Como já tinha duas passagens na polícia (01 de porte de arma e outra de tráfico de drogas), ficou preso e foi para casa de custódia.




Os policiais do setor Charlie, nem imaginavam que estava em suas mãos, um dos maiores distribuidores de maconha de qualidade do Brasil de apelido “Capanga”.
 Sendo que este elemento estava sendo monitorado há algum tempo, pelo Sargento Felipe e pelos Cabos Christiano, Paravidino do GAT I.
Mais como o Cabo Christiano entrou de licença especial de seis meses, eles resolveram esperar o retorno ao serviço, para dar prosseguimento nas investigações e tentar prender o Guilherme.

Só que eles não contavam com a prisão do “Capanga” pelo setor Charlie.
Quando os três souberam da prisão, receberam informações de que o Guilherme, de dentro da casa de custódia, fez ligações para parentes, mandando-os desmontar a ‘Fábrica” de maconha especial, e muda-la para outra casa que ele teria alugado, aproveitando a greve dos policiais, pois não corria o risco de perder nada, e que ele estava preocupado da polícia bater na referida casa.
Diante destas informações, mesmo estando de licença, o Cabo Christiano ligou para o quartel e acionou uma viatura para ir ao local, mais não havia viaturas devido à greve da PM.
O mesmo entrou em contato com Cabo Paravidino e com 3º Sargento Felipe, que estavam de folga, que procederam de imediato ao encontro com o Cabo Christiano.
Os três mesmo á paisana e sem apoio de viatura policial, procederam imediatamente á Rua Projetada A no Bairro Jockey II.



Chegando lá, fizeram uma campana e ficaram observando a referida casa, que como segurança, tinha cerca elétrica, e era vigiada por dois cães da raça Pitt Bull.

Os policiais perceberam uma movimentação suspeita dentro da casa, quando eles bateram palmas e chamaram, foram atendidos por uma mulher e se identificaram como policial, a mulher mostrando bastante nervosismo, foi indagada pelos policiais, onde estariam as drogas.

A mulher na mesma hora confessou existir uma plantação de maconha no interior da casa, ao entrarem na casa de dois andares foi encontrado mais um elemento, onde foi constatado que o andar superior era uma plantação especial de maconha transgênica hidropônica de 1º mundo, totalmente automatizada e climatizada com diversos equipamentos eletrônicos sofisticados.
Na casa foram encontrados 52 pés de maconha, além de varias mudas balança de precisão digital, sementes de maconha, 06 sacolés de maconha, adubos especiais próprios para maconha importada, vasto material para embalar drogas, anotações com dados de datas de colheitas, quantidades e clientes até para fora do Brasil enviados pelo "capanga".
A perícia foi acionada e ao chegar ao referido local de cultivo da droga, o perito que por coincidência era agrônomo, ficou impressionado com a estrutura do verdadeiro laboratório de cultivo de maconha transgênica hidropônica que o Guilherme “Capanga” mantinha no local, informando aos policiais, que é um dos melhores da América Latina, que em equipamentos e plantas especiais ali teria mais de R$300.000,00, e que com aquelas condições o capanga conseguia colher a cada 02 meses, que o grama de maconha comum custa cerca de R$1,00 e que dessa especial que é quatro vezes mais forte e prazerosa para o usuário e custa cerca de R$40,00.

O Kg da droga sai por R$40.000,00, que é 40 vezes mais cara que a maconha comum, e com certeza ele teria clientes espalhados por todo Brasil e também no exterior, devido sua qualidade.
Isso tudo aqui em Campos, no Jockey II! Durante a ocorrência na casa, chegou o pai do Guilherme que se juntou a mulher e um rapaz que era amigo.

Todos foram levados para a 134ª Dp/Centro onde apenas a mulher de Guilherme de nome Gabriela ficou presa, o pai e o outro rapaz foram liberados.

Isso demonstra que mesmo de folga ou de licença, o policial é e sempre será um policial.há qualquer hora em qualquer lugar.





























































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